Quaternário.
Óh geração podre de tão pobre,
Conectada ao seu próprio cú!
Guitarristas, violinistas, budistas,
Reúnam-se:
Dirijam-se já á praia,
Para ver o luar...Um grande lual, ual!
Deixemos as mágoas para o final,
Vamos fazer um acústico... Improvisar.
É tempo de errar; beijar, transar, amar!
Todos nós tão completamente puritanos,
Cheíssimos de pudor.
Brios que nem mesmo tiveram nossos pais...
Te quero é querer brutamente e por inteiro,
Eu te amo... É por extenso e verdadeiro!
Faz-se imprescindível a quebra:
Dos paradigmas e,
De todas as regras...
Ao sistema dominador de massas decretaremos enfim: o fim!